Se você tem dinheiro investido e já passou por algum imprevisto financeiro, provavelmente teve que pensar se vale a pena vender seus investimentos.  

Por outro lado, você também pode já ter se deparado com uma oportunidade de negócio impensada e, da mesma forma, ter cogitado liquidar suas aplicações antes do prazo para aproveitar a chance. 

Nessas duas situações, existe um ponto em comum: a necessidade de levantar recursos para resolver uma situação que não foi considerada no seu planejamento financeiro em um primeiro momento. 

Mas será que você precisa mesmo mudar os seus planos de longo prazo sempre que algum caso desse tipo acontecer?  

A partir de agora, você vai entender que existem outros caminhos para lidar com emergências financeiras. E mais: vai entender que o crédito pode ser um importante aliado das suas finanças pessoais.  

Quando vale a pena vender seus investimentos? 

Em teoria, cada tipo de investimento atende a necessidades diferentes e tem o seu prazo ideal de resgate. 

Investimentos com mais liquidez, por exemplo, são ideais se você precisa de dinheiro rápido para gerar caixa. É o caso do Tesouro Selic, dos CDBs com liquidez diária e dos fundos de renda fixa com resgate em poucos dias. 

Esse tipo de aplicação geralmente faz parte da carteira de alguém que deseja comprar um imóvel ou um veículo em breve, investir no próprio negócio ou manter uma reserva de emergência. 

Já as aplicações com liquidez no vencimento ou mesmo o investimento em ações e fundos mais sofisticados são os tipos ideais para quem tem planos de longo prazo: construir patrimônio, financiar alguma aquisição no futuro, guardar dinheiro para a aposentadoria, para a faculdade dos filhos e assim por diante. 

No caso dessas aplicações, caso o resgate ocorra antes da hora ideal, isso pode ter um impacto significativo na rentabilidade dos seus investimentos, seja pelo momento do mercado (ações ou fundos em baixa, por exemplo), seja pelas taxas de resgate antecipado, no caso da renda fixa. 

Dessa forma, é muito importante organizar as suas finanças pessoais para evitar que as situações imprevisíveis atrapalhem o seu caminho.  

Uma das formas de tomar esse cuidado é por meio da manutenção da sua reserva de emergência, aquela quantia investida em aplicações com liquidez imediata e que podem ser facilmente usadas para resolver esse tipo de situação.  

Outra forma, ainda pouco aproveitada dessa maneira no Brasil, é usar o crédito como uma ferramenta de capitalização. 

Como o crédito pode ser um aliado do seu planejamento financeiro? 

Ter dívida não é ruim. Tanto é que essa é a principal forma de uma empresa financiar os seus projetos. Afinal, investir em um negócio nada mais é do que gastar uma quantia inicial para ter um retorno financeiro no futuro. Logo, esse é um exemplo de bom uso do crédito. 

Sendo assim, por que não aplicar a mesma lógica ao seu planejamento financeiro, considerando que os seus projetos pessoais também demandam fôlego? 

É verdade, o crédito ainda tem uma imagem negativa no Brasil devido às altas taxas de modalidades como o cheque especial e o rotativo do cartão de crédito. Mas saiba que já existem formas de tomar um empréstimo e não ficar com uma dívida impagável. 

Uma das principais soluções nesse sentido é o crédito com garantia, um tipo de operação na qual você toma determinada quantia emprestada e dá em troca algum bem como garantia de pagamento. 

As categorias mais conhecidas são o crédito com garantia de imóvel ou veículo. Mas existe também uma nova possibilidade para o grande público no Brasil: o crédito com garantia de investimentos. 

Essa possibilidade, que também oferece taxas mais baixas, te ajuda a ter a liquidez que você precisa sem afetar o seu planejamento de longo prazo. Além disso, ela não prejudica a rentabilidade dos seus investimentos, uma vez que eles permanecem aplicados e rendendo normalmente, sem sofrer nenhuma movimentação. 

Que tal conhecer mais sobre o crédito com garantia de investimento? Clique aqui e entenda como funciona.